Mario Marques é um jornalista premiado, estrategista político e escritor brasileiro, com 56 anos e uma trajetória marcada pela inovação, versatilidade e engajamento cultural profundo.
Nascido em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em 8 de novembro de 1969, iniciou sua carreira jornalística em 1989, como colaborador do jornal “Fato a Mano”. Logo depois fundou “A Clava do Som”, um dos primeiros jornais musicais independentes do Brasil com foco em rock progressivo e cultura alternativa — um veículo pioneiro que cobria o gênero em todo o mundo.
Entre 1995 e 2009, atuou como crítico musical, repórter, editor e publisher em alguns dos principais jornais do país, como “O Globo” e o “Jornal do Brasil”, consolidando sua assinatura no jornalismo cultural e sendo reconhecido como um dos grandes observadores da transformação do comportamento e da música brasileira no final do século XX e início do XXI.
A partir de 2009, migrou para o campo da comunicação estratégica e do marketing político, fundando a agência LabPop, que se tornaria referência nacional na leitura de cenário, pesquisa de opinião e construção de imagem para personalidades públicas. Por meio da LabPop, participou de campanhas vitoriosas em diversos estados, assessorando políticos, prefeituras e empresas privadas com um olhar sofisticado e analítico sobre o Brasil contemporâneo.
No universo literário, é autor de 13 livros, entre eles os emblemáticos “Voto do Futuro”, “Como Identificar e Lidar com um Mau-caráter I e II” e “Guinga – O Compositor que Perpetua o Tempo”, este último um tributo literário ao consagrado compositor brasileiro carioca.
Suas obras passeiam por temas como comportamento, política, música e relações humanas, sempre com profundidade analítica e linguagem acessível.
Sua estreia na ficção ocorreu em 2025, com o romance “Tudo Acabou Ontem”, um livro que remete aos filmes de Alejandro Iñarritu e a experiências de cinema de arte. Ambientado entre Nova Iguaçu, Nova York e Kansas City nos anos 80, a obra mistura música, amor, silêncio e juventude em uma narrativa afetiva e cinematográfica, que vem conquistando leitores em diversos países.
Além dos livros e da atuação como estrategista, Mario Marques também produziu projetos fonográficos com nomes históricos da MPB, como Flávio Venturini, reafirmando sua ligação visceral com a música.
Hoje, vive entre o Rio de Janeiro e Londrina (PR), dividindo-se entre o trabalho editorial, os projetos de comunicação estratégica e a criação literária — sempre com um olhar afetuoso, crítico e ácido sobre o tempo em que vivemos.